>Freud, pintor?

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Calma! Não é bem isso, na verdade, falo aqui do neto de Sigmund Freud, Lucian.
Estava eu folheando um livrinho de artes “The Art Book – Phaidon” e encontro a obra de um artista com sobrenome Freud.
Neto do fundador da psicanálise, Lucian Freud nasceu em Berlim, em 1922. Sua família migrou para a Grã-Bretanha em 1934, e ele se naturalizou inglês em 1939, o mesmo ano da morte do avô Sigmund. Começou a estudar artes bastante jovem, mas foi o encontro com Francis Bacon, em 1945, que libertou a sua pintura das convenções que a dominavam”. – Folha Online (16/03/2010)


“Working at night” de 2005
“Reflection with two children (Self-Portrait)” de 1985.

“Girl with the white dog” de 1951.
Sobre esta terceira pintura, o livro que citei acima informa que esta mulher é a primeira esposa de Lucian acompanhada por um “english bull terrier” reclinados no sofá. Existe quase um clima de cumplicidade entre o cachorro e a mulher, enquanto eles nos encaram com uma calma mas de forma intensa. As pinturas de Lucian Freud cativam o observador levando-o a uma cena de intimidade física…
“Os modelos surgem em total entrega ao pintor, tombados em camas ou no chão, gordos, estranhos, desidealizados, dessublimados. As pinceladas firmes e densas acentuam os estragos feitos no corpo pelo tempo e pelo uso. “Eu trabalho a pintura para que ela seja igual à carne”, disse o pintor.”
“É como se, para Freud, a carne fosse o último tema da pintura figurativa, a expressão derradeira do controvertido naturalismo do artista, sobre o qual o próprio amigo Francis Bacon emitiu um dos juízos mais severos: “O problema com a obra de Lucian é que ela é realista sem ser real”.
Bom, pra quem não conhecia este artista fica a dica para se pesquisar mais sobre suas pinturas…!
Mariana Anconi

7 thoughts on “>Freud, pintor?

  1. >Que interessante! Eu leio muito Freud, mas não sabia que o neto era pintor… obrigada por compartir e por postar as telas, seguro que vou buscar saber mais… Belo blog!

  2. >A ALMADigo, plenamente, que há uma flor invisívelno teu caminho e pelo teu caminhar floresce;uma flor feita de pura luz que ninguém a vênem teus olhos, quando buscam esse mundoDigo, ainda, que essa flor é linda como o Sole como é feita da força e da luz que nela hádigo que essa flor é tudo que tens e possuise dela nunca queiras, porventura, afastar-seDigo, obviamente, que essa flor é verdadeira embora impossível o simples olho enxertá-laMas, enfim, como a ti chegam estes versos Digo, com a mais bela simplicidade de poetaque essa flor é perfeita, esplêndida e formosaE floresce nos tic-taques que teu coração toca.Guina

  3. >Existem homens que foram feitos pela fúria de Deus (ou dos deuses) e outros, paradoxalmente, pelo amor bondoso de Deus (ou dos deuses); outros, ainda, foram como que feitos, concomitantemente, pela fúria e pelo amor bondoso de Deus (ou dos deuses). Só sei dizer que estes homens, escolhidos a dedo por forças misteriosas e indecifráveis, são os que tanto movem a História como iluminam-na, pagando um preço insuportável na alma ou na carne, ou em ambos. O deus Vincent Van Gogh é, por exemplo, um desses homens que ao lado de poucos e raros desaparecem do meio da verminosidade do mundo medíocre para se transformar em luz e sol para toda a Humanidade, além de se tornar insepulto na memória de todas as gerações futuras, fenômeno que não acontece com os banqueiros que, ao morrer, logo logo desaparecerão da memória social, assim como desaparecem os vermes quaisquer. Ah, sempre quis render um amor de louvor para Van Gogh, em versos! E agora o faço, como que me solidarizando à sua dor e ao seu desespero, à sua agonia dos instantes derradeiros.A BALA DE VAN GOGHAssim como Jó e Jesus num sóSob o peso do mundo e da cruzUm errante mais que a morteUma morte pelo mundo tangidaE qual dor sangrando nos olhosComo um raio os céus cortandoCaído, esvaído e transfiguradoMil vezes à mingua morrendo…Assim como Jesus e Jó num sóTodas as mortes juntas sem dóNum homem retalhado em nósE Qual dor sangrando a almaContra o peito a alma se matouNum tiro que calou os céus.Guina

  4. >ETERNA LUTA O alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel, ou, simplesmente Hegel, como o é mais conhecido, é o autor de uma obra que exerceu grande influência no mundo, desde quando da publicação da mesma, no século XVIII. Estamos falando do seu livro A Fenomenologia do Espírito. Entretanto, sabe-se que no campo da literatura o livro desse alemão que mais teve repercussão foi justamente o livro A razão na História, o qual até hoje tem sido uma das obras mais lidas e pesquisadas no mundo todo, por intelectuais, estudantes, psicólogos, psicanalistas, psiquiatras, etc. Ler tal livro tornou-se como que algo obrigatório para toda ou qualquer pessoa que admira o…………

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