Psicanálise

Conversar com um amigo, ler um livro de auto-ajuda ou recorrer a medicamentos são meios bastante comuns de se obter respostas às angústias. No entanto, parece que ao recorrer a tais meios, as respostas a longo prazo não se mostram inteiramente satisfatórias, visto que a subjetividade humana é demasiada complexa para se limitar a estas opções.

A cultura de hoje ensina as nossas crianças que o tempo deve ser aproveitado da maneira mais produtiva possível, ou seja, “o homem é aquilo que produz”, e cada vez mais os profissionais da área da saúde têm se deparado com psicopatologias denominadas “contemporâneas”, ou seja, nada mais são que uma resposta do psiquismo ao ritmo em que se vive.
Outra maneira de se lidar com os questionamentos subjetivos (angústias) é através da psicoterapia. A psicoterapia pode ser procurada por pessoas que buscam o autoconhecimento, ou que vivem algum tipo de sofrimento psíquico, esteja ele vinculado ou a dificuldade de relacionamento, conflitos familiares, distúrbios ou transtornos alimentares (obesidade, anorexia, bulimia), transtorno de humor, ansiedade, depressão, agressividade, fobias, adicções e outros.
Buscar auxilio de um profissional requer, muitas vezes, quebrar algumas barreiras construídas pelo imaginário popular, seja  de que esta profissão “serve” apenas para os transtornos graves ou mesmo que se trata de uma profissão é elitizada, impossibilitando o acesso pela maioria. Sabe-se que com a tecnologia, o acesso a informação ampliou-se e com isso tais barreiras citadas anteriormente já estão ultrapassadas, mas não por todos ainda.
Uma intervenção profissional estabelece um tipo de vínculo singular entre profissional e paciente e a partir deste vínculo é que serão possíveis construções significativas a respeito de diversas questões. O atendimento torna-se um momento em que o paciente permite-se falar, livre de julgamentos e preconceitos por parte do profissional, que é alguém imparcial e disposto a oferecer uma escuta diferenciada.

 

“A análise lhe permite descobrir o valor que o sofrimento tem para você. O analista é demandado porque muitas vezes o analisante quer ficar bom dos sintomas, mas não sabe fazer isso; não sabe como viver sem esse sofrimento.” – Aurélio de Souza

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